outubro 10, 2026 0 Comments

PRP na ortopedia em Florianópolis: como o plasma rico em plaquetas auxilia a recuperação de lesões

O PRP (plasma rico em plaquetas) é um tratamento feito com o sangue do próprio paciente, que concentra plaquetas e as aplica na região lesionada para estimular os mecanismos naturais de reparação do organismo. Na ortopedia, ele funciona como um aliado do tratamento, e não como substituto, em casos como osteoartrite de joelho, epicondilite lateral do cotovelo, reparo de menisco e discopatia lombar.

Na Incot Florianópolis, o PRP está disponível para os médicos da equipe utilizarem com seus pacientes sempre que houver indicação clínica. Em vídeo publicado no perfil da clínica, o Dr. Roberto de Carvalho Krebs, ortopedista especialista em joelho (CRM 7011), explica quais benefícios podem ser esperados e como essa alternativa entra no planejamento de cada paciente.

O que é o PRP e como ele é preparado

O PRP é obtido a partir de uma coleta simples de sangue do próprio paciente. Esse sangue é processado para separar e concentrar as plaquetas, células que carregam fatores envolvidos na cicatrização e na regeneração dos tecidos.

Depois do preparo, o concentrado é aplicado diretamente na região a ser tratada. Como o material vem do próprio organismo, o PRP é chamado de autólogo. A Resolução CFM nº 2.464/2026 determina que o preparo siga as orientações técnicas da Anvisa, preferencialmente em sistemas fechados, e proíbe a mistura do PRP com medicamentos, células-tronco ou outras substâncias.

Para quais lesões o PRP é indicado na ortopedia

Em julho de 2026, o Conselho Federal de Medicina publicou a Resolução nº 2.464, que deixou de tratar o PRP como experimental em doenças musculoesqueléticas e reconheceu seu uso como tratamento adjuvante em quatro condições:

  • Osteoartrite de joelho, o desgaste da cartilagem que causa dor e rigidez na articulação
  • Epicondilite lateral do cotovelo, conhecida como “cotovelo de tenista”
  • Reparo meniscal, como apoio ao tratamento de lesões no menisco do joelho
  • Discopatia lombar, problemas nos discos da coluna lombar, com regras mais rígidas de aplicação

Para a coluna, a norma exige diagnóstico com correlação clínica e de imagem, aplicação em ambiente hospitalar ou de hospital-dia, orientação por imagem e médico com título de especialista em áreas como ortopedia, neurocirurgia ou medicina da dor.

Na prática, o PRP pode fazer parte da estratégia para lesões musculares, tendíneas e articulares acompanhadas pelo ortopedista, sempre como complemento de um plano que pode incluir fisioterapia, medicação, ajustes de atividade e, quando necessário, cirurgia. Se o seu caso envolve o joelho, vale ler também nossos cinco cuidados essenciais com os joelhos.

Quais benefícios podem ser esperados com o PRP

Quando bem indicado, o objetivo do PRP é contribuir para o controle dos sintomas e favorecer o processo de recuperação. Entre os pontos que costumam ser considerados pelo ortopedista estão:

  • Uso do material do próprio paciente, o que reduz o risco de reações ao produto aplicado
  • Estímulo aos processos naturais de cicatrização, por meio dos fatores presentes nas plaquetas
  • Integração ao tratamento já em andamento, somando ao que a reabilitação e as demais condutas oferecem

É importante ter expectativas realistas. O próprio CFM proíbe apresentar o PRP como promessa de cura, garantia de resultado ou substituto de uma cirurgia que esteja indicada. A resposta varia de pessoa para pessoa, conforme o tipo de lesão, o estágio da condição e o perfil do paciente.

Quando o PRP não é indicado

O PRP não é indicado da mesma forma para todas as pessoas nem para todos os tipos de lesão. Segundo a resolução do CFM, ele não deve ser aplicado em casos de:

  • Infecção ativa no local da aplicação
  • Câncer em atividade
  • Plaquetas baixas de forma relevante ou alterações de coagulação não corrigidas

Além disso, o PRP não substitui tratamentos necessários, como antibióticos, tratamento oncológico, reumatológico ou atendimento de urgência. Por isso, o primeiro passo é sempre uma avaliação ortopédica completa, com exame físico e, quando necessário, exames de imagem.

Como é o tratamento com PRP na Incot Florianópolis

Na Incot, cada caso é avaliado de forma completa para definir as opções de tratamento mais adequadas. A decisão de usar o PRP é tomada pelo médico que acompanha o paciente, a partir do diagnóstico e de um planejamento individualizado. Conheça os ortopedistas da Incot e suas subespecialidades.

De forma geral, o processo envolve:

  1. Consulta e diagnóstico, com avaliação clínica e exames, quando indicados
  2. Definição do plano de tratamento, verificando se o PRP faz sentido para aquele caso
  3. Termo de consentimento, explicando a natureza do tratamento, alternativas, limitações e riscos, como prevê o CFM
  4. Coleta, preparo e aplicação do PRP em ambiente adequado
  5. Acompanhamento da evolução, com retornos e ajustes no plano, se necessário

Perguntas frequentes sobre PRP na ortopedia

O PRP substitui a cirurgia?

Não. O PRP é um tratamento adjuvante. Quando a cirurgia está indicada, ele não deve ser usado como substituto, conforme determina a Resolução CFM nº 2.464/2026.

O PRP é feito com o sangue do próprio paciente?

Sim. O PRP é autólogo, ou seja, preparado exclusivamente a partir do sangue do próprio paciente. A norma do CFM proíbe o uso de material de outras pessoas ou de origem não rastreável.

Qualquer profissional pode aplicar PRP?

Não. A indicação, a aplicação e o acompanhamento do PRP são atos médicos e não podem ser delegados a profissionais não habilitados.

Agende sua avaliação na Incot Florianópolis

Se você convive com dor no joelho, no cotovelo ou outra lesão ortopédica e quer saber se o PRP pode fazer parte do seu tratamento, agende uma avaliação com a equipe da Incot. O ortopedista vai analisar o seu caso e indicar o caminho mais adequado para a sua recuperação.

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outubro 1, 2026 0 Comments

Biocinética 3D: como a análise do movimento ajuda a prevenir lesões

A Biocinética 3D é uma avaliação que analisa o corpo em movimento, em três dimensões, para identificar padrões de movimento, desequilíbrios e compensações que aumentam o risco de lesão. Com dados objetivos sobre como a pessoa caminha, corre ou sobe escadas, o ortopedista consegue entender causas que nem sempre aparecem em exames feitos com o corpo parado.

O assunto ganhou destaque em uma entrevista do Dr. Marcelo André Rocha Ostrowski, ortopedista da INCOT em Florianópolis (CRM/SC 7931, RQE 3868), ao Jornal Hoje, após participar de um evento de atualização sobre a tecnologia. Na ocasião, ele destacou o potencial de identificar fatores causais que possam impedir ou ao menos reduzir lesões na população.

Assista ao trecho da entrevista no Instagram da INCOT: Dr. Marcelo Ostrowski fala sobre Biocinética 3D.

O que é a Biocinética 3D?

É uma plataforma de avaliação do movimento humano que combina análise tridimensional do movimento com medidas de força muscular, postura, amplitude de movimento e controle neuromotor. Os dados coletados durante atividades reais, como caminhar e correr, são processados com apoio de tecnologia e inteligência artificial para gerar informações quantificáveis sobre a forma como o corpo se move.

Na prática, ela permite enxergar detalhes que o olho humano não capta em tempo real, como pequenas assimetrias entre os lados do corpo, compensações de uma articulação para proteger outra e padrões de sobrecarga.

Por que analisar o movimento ajuda a prevenir lesões?

Muitas lesões ortopédicas não acontecem por um único evento, mas pela repetição de um movimento feito de forma inadequada. Um joelho que “entra” a cada passada, um quadril com pouca estabilidade ou uma pisada que sobrecarrega o antepé podem, com o tempo, levar a tendinites, dores no joelho, fascite plantar e outras lesões por sobrecarga.

Ao identificar esses fatores antes que causem dor, é possível agir de forma preventiva, com fortalecimento direcionado, ajustes de técnica, troca de calçado ou mudanças no treino. Essa é a ideia central destacada pelo Dr. Marcelo: entender a causa para evitar ou atenuar a lesão.

Para quem a avaliação do movimento pode ser útil?

Entre as aplicações descritas para esse tipo de análise estão:

  • atletas e praticantes de corrida, para avaliar risco de lesão e eficiência do movimento;
  • pacientes com dores persistentes, como dor lombar, tendinopatias e fascite plantar, em que a causa mecânica não está clara;
  • pós-operatório ortopédico, para acompanhar a evolução da reabilitação de forma objetiva;
  • idosos, na avaliação do equilíbrio e da prevenção de quedas.

A indicação, porém, deve sempre partir de uma consulta. A análise do movimento é uma ferramenta complementar, que ganha valor quando interpretada junto com a história clínica, o exame físico e, quando necessário, exames de imagem.

A tecnologia substitui a consulta com o ortopedista?

Não. Nenhum exame substitui a avaliação médica. A Biocinética 3D fornece dados, mas é o ortopedista quem conecta essas informações com os sintomas, o histórico e os objetivos do paciente para definir o melhor tratamento.

Na INCOT, acreditamos que estar em constante atualização é parte essencial de um cuidado responsável. Conhecer novas tecnologias contribui para diagnósticos mais precisos, tratamentos mais assertivos e estratégias de prevenção mais eficazes. Porque diagnóstico preciso faz toda a diferença.

Prevenção de lesões no dia a dia

Mesmo sem uma avaliação tecnológica, alguns cuidados ajudam a reduzir o risco de lesões:

  • aumente o volume e a intensidade dos treinos de forma gradual;
  • inclua fortalecimento muscular, principalmente de core, quadril e panturrilha;
  • respeite o descanso entre treinos;
  • use calçados adequados à sua atividade e troque-os quando estiverem gastos;
  • não ignore dores que se repetem: elas costumam ser o primeiro sinal de sobrecarga.

Como funciona, na prática, uma análise do movimento?

Em geral, a avaliação começa com uma conversa sobre o histórico de dores, lesões e objetivos do paciente. Depois, a pessoa realiza movimentos do dia a dia ou do esporte, como caminhar, correr, agachar, saltar ou subir degraus, enquanto o sistema registra os dados em três dimensões.

Os resultados mostram, por exemplo, quanto cada articulação se move, se há diferença entre o lado direito e o esquerdo e onde o corpo está compensando uma limitação. Com esse mapa, o ortopedista e o fisioterapeuta conseguem direcionar o tratamento para a causa da sobrecarga, e não apenas para o local da dor. Repetir a análise ao longo do tratamento também permite medir a evolução de forma objetiva.

Perguntas frequentes

A Biocinética 3D é um exame de imagem?

Não. Ela não substitui radiografia, ultrassom ou ressonância. É uma análise funcional do movimento, que mostra como o corpo se comporta durante as atividades.

Só atletas podem fazer análise do movimento?

Não. Embora seja muito usada no esporte, a análise do movimento também pode ajudar pessoas com dores crônicas, pacientes em reabilitação e idosos com risco de quedas.

Quer prevenir lesões ou entender a origem da sua dor?

Agende uma consulta com os ortopedistas da INCOT, em Florianópolis, e receba uma avaliação completa, com foco no diagnóstico preciso e na prevenção.

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Fonte consultada: Brazil Health, Biocinética 3D antecipa lesões e muda o rumo da medicina esportiva. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta médica.

outubro 1, 2026 0 Comments

Ortopedista ou reumatologista: qual especialista procurar para a sua dor?

De forma simples: o ortopedista cuida dos problemas mecânicos e estruturais do sistema musculoesquelético, como lesões, desgastes, fraturas e deformidades, e trata com recursos clínicos e cirúrgicos. O reumatologista trata doenças inflamatórias, autoimunes e sistêmicas que afetam articulações e outros órgãos, sempre de forma clínica. Saber a diferença ajuda a chegar mais rápido ao diagnóstico.

Essa dúvida é muito comum no consultório, e foi tema de um vídeo do Dr. Marcelo André Rocha Ostrowski, ortopedista e traumatologista da INCOT em Florianópolis (CRM/SC 7931, RQE 3868), professor do curso de Medicina da Unisul e examinador do TEOT, a prova de título de especialista da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia.

Assista ao vídeo do Dr. Marcelo Ostrowski no Instagram da INCOT: Ortopedista ou reumatologista?

O que faz o ortopedista?

O ortopedista e traumatologista é o médico que diagnostica e trata problemas de ossos, articulações, músculos, tendões, ligamentos e nervos periféricos, especialmente quando a causa é mecânica, traumática ou degenerativa. Entre as queixas mais comuns estão:

  • torções, entorses e lesões ligamentares;
  • fraturas e traumas;
  • dores por sobrecarga, como tendinites e bursites;
  • desgaste articular (artrose) com necessidade de avaliação estrutural;
  • hérnias de disco, dor lombar e problemas de coluna;
  • deformidades como joanete e alterações da pisada;
  • lesões esportivas.

Além do tratamento clínico, com medicamentos, fisioterapia, órteses e infiltrações, o ortopedista é o especialista que realiza cirurgias quando necessário. Por isso, muitos ortopedistas têm subespecialidades, como pé e tornozelo, joelho, ombro, quadril, mão e coluna.

O que faz o reumatologista?

O reumatologista é o clínico especializado em doenças reumáticas, muitas delas inflamatórias e autoimunes. Essas condições podem afetar várias articulações ao mesmo tempo e também outros órgãos, como pele, rins e pulmões. Exemplos:

  • artrite reumatoide;
  • lúpus;
  • espondiloartrites;
  • gota;
  • fibromialgia;
  • osteoporose, que também é acompanhada por outras especialidades.

O tratamento reumatológico é clínico, geralmente com medicamentos de uso prolongado e acompanhamento contínuo.

Como saber qual especialista procurar?

Alguns sinais ajudam a orientar a escolha:

Procure primeiro um ortopedista quando:

  • a dor começou depois de uma queda, torção, pancada ou esforço;
  • a dor está localizada em uma articulação ou região específica;
  • a dor piora com o movimento e melhora com repouso;
  • há estalos, falseios, travamentos ou deformidade visível;
  • a dor está ligada ao esporte, ao trabalho ou a uma atividade repetitiva.

Considere um reumatologista quando:

  • várias articulações doem ao mesmo tempo, às vezes de forma simétrica;
  • há rigidez prolongada pela manhã, que demora para passar;
  • as articulações ficam inchadas, quentes e avermelhadas sem trauma;
  • a dor vem acompanhada de febre, cansaço, perda de peso ou lesões na pele;
  • existe histórico familiar de doenças autoimunes.

E se eu procurar o especialista “errado”?

Não existe porta errada. As duas especialidades conversam com frequência, e o próprio ortopedista pode identificar sinais de uma doença reumatológica e encaminhar o paciente, assim como o reumatologista encaminha casos que precisam de avaliação estrutural ou cirúrgica.

O que realmente importa é não conviver com uma dor persistente sem investigação. Quanto mais cedo o diagnóstico, melhores as chances de controlar o problema e preservar a função das articulações.

Como é a primeira consulta com o ortopedista?

Na primeira consulta, o ortopedista conversa sobre quando a dor começou, o que piora e o que melhora, se houve trauma, quais atividades você pratica e quais tratamentos já tentou. Em seguida, faz o exame físico, avaliando movimento, força, estabilidade das articulações e pontos de dor.

Com essas informações, o médico decide se é preciso pedir exames, como radiografia, ultrassonografia ou ressonância, e já pode iniciar o tratamento. Se surgirem sinais de doença inflamatória ou sistêmica, como várias articulações inchadas ou alterações em exames de sangue, o paciente é orientado a seguir também com um reumatologista. Leve à consulta exames anteriores e a lista de medicamentos que você usa: isso agiliza o diagnóstico.

Perguntas frequentes

Artrose é com ortopedista ou reumatologista?

Os dois podem acompanhar. O ortopedista costuma ser procurado quando há dor localizada, limitação de movimento ou necessidade de avaliar procedimentos e cirurgia. O reumatologista também trata artrose, principalmente quando há várias articulações envolvidas.

Dor nas costas é com qual especialista?

Na maioria dos casos, o ortopedista, de preferência com atuação em coluna. Dor lombar com rigidez matinal prolongada em pessoas jovens pode sugerir uma doença inflamatória e merece também avaliação reumatológica.

Preciso de encaminhamento para consultar um ortopedista?

Depende do seu plano de saúde. Na INCOT, você pode verificar os convênios atendidos ou agendar uma consulta particular.

Dor que não passa? Fale com a INCOT

Na INCOT, em Florianópolis, você encontra mais de 35 ortopedistas em diversas subespecialidades para investigar a origem da sua dor e indicar o tratamento certo. Conheça nossa equipe médica.

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Fontes consultadas: Hospital Sírio-Libanês, Reumatologista ou ortopedista; Manual MSD, Dor articular em muitas articulações. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta médica.

outubro 1, 2026 0 Comments

Curativo no pós-operatório: como cuidar da ferida da cirurgia ortopédica em casa

Cuidar bem do curativo após uma cirurgia ortopédica é uma das formas mais simples e eficazes de evitar infecção e garantir uma boa cicatrização. O essencial é manter a ferida limpa e seca, trocar o curativo apenas como o médico orientou, nunca mexer nos pontos e ficar atento aos sinais de alerta.

As orientações deste artigo partem de um vídeo gravado com o Dr. Rangel Segatti, ortopedista e traumatologista com fellowship em Cirurgia do Ombro e Cotovelo pela Santa Casa de Belo Horizonte (CRM/SC 15425, RQE 12373), sócio da INCOT e preceptor da residência médica em Ortopedia do Hospital Governador Celso Ramos, em Florianópolis.

Assista ao vídeo do Dr. Rangel Segatti no Instagram da INCOT: Curativo no pós-operatório.

Importante: cada cirurgia tem particularidades. As orientações abaixo são gerais. Siga sempre as instruções específicas do seu cirurgião.

Por que o curativo é tão importante?

A incisão cirúrgica é uma porta de entrada para bactérias até que a pele cicatrize. O curativo protege essa região, absorve secreções e mantém um ambiente adequado para a cicatrização. Em cirurgias ortopédicas, em que muitas vezes há implantes como placas, parafusos ou próteses, prevenir infecção é ainda mais importante.

Como cuidar do curativo em casa

Antes de tocar no curativo

  • lave bem as mãos com água e sabão;
  • separe o material indicado pelo médico em um local limpo;
  • não use produtos caseiros, pomadas ou receitas sem orientação.

Na troca do curativo

  • troque somente na frequência orientada pelo cirurgião, ou se o curativo estiver molhado, sujo ou soltando;
  • retire o curativo antigo com cuidado, sem puxar a pele;
  • limpe a ferida apenas com o produto indicado, de forma delicada;
  • seque com gaze, sem esfregar;
  • cubra com o novo curativo sem tocar na parte que fica em contato com a ferida.

No banho

  • proteja o curativo com plástico e fita adesiva, se o médico orientou mantê-lo seco;
  • evite banhos de imersão, piscina e mar até liberação médica;
  • se o curativo molhar, troque-o assim que possível.

O que não fazer com a ferida operatória

  • não coçar nem remover crostas;
  • não retirar pontos ou grampos por conta própria;
  • não expor a cicatriz ao sol nos primeiros meses, para evitar manchas;
  • não aplicar álcool, pomadas ou cremes sem orientação;
  • não fumar, pois o cigarro prejudica a circulação e a cicatrização.

Sinais de alerta: quando procurar o médico

Entre em contato com a equipe que fez sua cirurgia se notar:

  • vermelhidão que aumenta ao redor da incisão;
  • calor local, inchaço crescente ou dor que piora em vez de melhorar;
  • secreção amarelada, esverdeada ou com mau cheiro;
  • abertura dos pontos;
  • febre;
  • sangramento que não para com leve compressão.

Dor intensa na panturrilha, inchaço em uma das pernas ou falta de ar podem indicar trombose ou embolia e exigem atendimento de urgência.

O que ajuda a cicatrização

  • alimentação equilibrada, com proteínas, frutas e verduras;
  • boa hidratação;
  • controle da glicose em quem tem diabetes;
  • repouso adequado, seguindo as restrições de movimento orientadas;
  • comparecer às consultas de retorno para avaliação da ferida e retirada dos pontos.

Como cuidar da cicatriz depois que a ferida fechar

Após a retirada dos pontos e a liberação médica, alguns cuidados ajudam a cicatriz a ficar mais discreta:

  • hidrate a pele ao redor da cicatriz com o produto indicado;
  • use protetor solar ou mantenha a região coberta por pelo menos seis meses;
  • faça massagens leves sobre a cicatriz, se orientado pelo médico ou fisioterapeuta, para evitar aderências;
  • observe se a cicatriz fica alta, endurecida ou com coceira intensa, sinais que devem ser avaliados.

A cicatriz continua amadurecendo por meses. É normal que ela fique avermelhada no início e clareie com o tempo.

Perguntas frequentes

Posso molhar o curativo?

Depende do tipo de curativo. Alguns são impermeáveis e permitem banho. Outros precisam ficar secos. Confirme com o seu cirurgião.

Quando os pontos são retirados?

Geralmente entre 10 e 15 dias após a cirurgia, mas o prazo varia conforme o local e o tipo de procedimento.

É normal a ferida coçar?

Uma coceira leve faz parte do processo de cicatrização. Evite coçar ou arrancar crostas. Se a coceira vier acompanhada de vermelhidão que se espalha, bolhas ou secreção, procure a equipe médica, pois pode ser alergia ao curativo ou sinal de infecção.

Na INCOT, você é acompanhado do início ao fim

Na INCOT, em Florianópolis, fazemos questão de que cada paciente se sinta seguro e confortável em todo o processo, cirúrgico ou não. Em caso de dúvida no pós-operatório, fale com a nossa equipe.

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Fontes consultadas: INTO, Cartilha de orientações pós-operatórias de ombro e cotovelo; HCFMB Unesp, Protocolo de curativo de ferida cirúrgica. Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta médica.

abril 5, 2026 0 Comments

A História da Páscoa: Tradição, Significado e a Celebração da Renovação

A Páscoa é uma das datas mais aguardadas do ano. Para muitos, é sinônimo de reunir a família, trocar chocolates e desfrutar de um longo feriado. No entanto, por trás dos ovos de cacau e do coelhinho, existe uma história milenar que atravessa diferentes culturas e crenças, convergindo para um tema central e universal: a renovação.

Mas como essa data se tornou o que é hoje? Vamos fazer uma breve viagem no tempo para entender as origens e os verdadeiros significados da Páscoa.

As Raízes: Da Antiguidade à Tradição Judaica

A palavra “Páscoa” tem origem no termo hebraico Pesach, que significa “passagem”. Na tradição judaica, a data celebra um marco histórico e espiritual profundo: a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito e sua passagem pelo Mar Vermelho rumo à Terra Prometida.

Muito antes disso, povos antigos do Hemisfério Norte já realizavam festivais na mesma época do ano para celebrar a chegada da primavera (após o rigoroso inverno europeu). Eram festas dedicadas à deusa Eostre (que deu origem ao nome “Easter”, em inglês), celebrando a fertilidade da terra, o renascimento da natureza e o retorno da luz e do calor.

O Significado Cristão: A Ressurreição

Para os cristãos, a Páscoa ganhou um novo e ainda mais profundo significado. Ela marca o encerramento da Semana Santa e celebra a ressurreição de Jesus Cristo, três dias após o seu sacrifício em prol da humanidade.

Neste contexto, a “passagem” ganha um sentido espiritual: a vitória da vida sobre a morte, da esperança sobre o sofrimento. É o alicerce da fé cristã e o momento de maior celebração do calendário litúrgico, simbolizando o perdão, a paz e a oportunidade de um recomeço.

E de onde vieram o coelho e os ovos?

A mistura de tradições milenares deu origem aos símbolos que conhecemos hoje:

  • Os Ovos: Desde a antiguidade, o ovo é um símbolo universal de nova vida e fertilidade. Culturas antigas já tinham o costume de presentear amigos com ovos coloridos para celebrar a chegada da primavera. Mais tarde, a tradição foi absorvida pelo cristianismo para representar a ressurreição.
  • O Coelho: Conhecido por sua rápida capacidade de reprodução, o coelho tornou-se o símbolo perfeito para representar a fertilidade e a abundância trazidas pela nova estação.
  • O Chocolate: A troca de ovos de galinha decorados evoluiu. No século XVIII, confeiteiros franceses e alemães começaram a fabricar ovos de chocolate, uma tradição que se popularizou mundialmente e adoça a data até hoje.

A Páscoa, a Renovação e o Seu Corpo

Seja pela ótica histórica, religiosa ou cultural, a mensagem da Páscoa é inegável: é tempo de renovação, de superar antigas limitações e abraçar uma nova fase.

Na Incot, nós vemos essa força de renovação todos os dias. A ortopedia e a reabilitação física são, em sua essência, processos de recomeço. É a jornada de quem sofreu uma lesão, de quem convive com dores crônicas ou de quem passou por uma cirurgia, e encontra no tratamento a chance de restaurar seus movimentos, recuperar sua autonomia e devolver a qualidade de vida ao seu dia a dia.

Assim como a natureza se renova na primavera e a história da Páscoa nos ensina sobre superação, o corpo humano tem uma capacidade incrível de se regenerar e se fortalecer quando recebe o cuidado certo.

Nesta Páscoa, convidamos você a refletir sobre o que precisa ser renovado em sua vida, incluindo a atenção à sua saúde física e ao seu bem-estar. Afinal, viver sem dor e com liberdade de movimento é o melhor recomeço que você pode oferecer a si mesmo.

A equipe Incot deseja a você e à sua família uma Páscoa repleta de paz, saúde, alegria e constante renovação!

fevereiro 16, 2026 0 Comments

Está sofrendo com dor nos Ombros e diminuição nos movimentos?

A elevação do braço exige espaço dentro da articulação do ombro. Quando esse espaço diminui por inflamação ou alterações ósseas, o tendão passa a sofrer impacto repetido.

Aqui na Incot, trabalhamos para restaurar esse espaço, reduzir o atrito e evitar a progressão para lesões maiores.

Assita o vídeo agora:

O objetivo é claro: recuperar movimento, aliviar a dor e proteger a articulação no longo prazo. Informe-se.

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fevereiro 15, 2026 0 Comments

Carnaval Sem Dor: Como Preparar e Proteger Seus Pés para a Folia

O Carnaval chegou e, com ele, a maratona de bloquinhos e festas. Em cidades com programação intensa como Florianópolis, não é incomum passar horas em pé, pulando e caminhando longas distâncias. O que muitos esquecem é que o cuidado com o corpo começa pelos pés.

A sobrecarga nas articulações, o uso de calçados inadequados e a falta de preparo físico são as principais causas de visitas à nossa clínica de ortopedia em Florianópolis logo após a quarta-feira de cinzas.

Para que você aproveite o Carnaval com segurança e saúde, preparamos um guia completo com dicas fundamentais de prevenção.

1. A Regra de Ouro: Nada de curtir descalço

Pode parecer tentador tirar o sapato no meio da festa ou na praia, mas no meio da multidão, o risco de acidentes aumenta drasticamente. Curtir descalço expõe seus pés a cortes com cacos de vidro, pisões, torções e infecções graves. A proteção física do pé é a barreira essencial para garantir que a festa não acabe mais cedo na emergência.

2. Escolha o calçado com foco no amortecimento

A escolha do que calçar é, sem dúvida, o fator que mais impacta a saúde ortopédica durante o Carnaval.

  • O que evitar: Rasteirinhas, sapatênis, chinelos e calçados com solado muito fino ou plano. Eles não oferecem suporte ao arco do pé e transferem todo o impacto diretamente para as articulações do tornozelo, joelho e quadril.
  • O que usar: Prefira sempre os tênis com bom amortecimento. Modelos de corrida, que possuem um solado mais grosso, são excelentes opções. Além de absorverem o impacto dos saltos e da caminhada, eles criam uma distância segura entre a planta do pé e os perigos do chão (como detritos e vidros).

3. Controle a umidade: Atenção às meias

O suor e a chuva (ou a água jogada nos blocos) são inimigos da pele dos seus pés. A equação é simples: Pés úmidos + atrito contínuo = bolhas e infecções fúngicas.

  • Sempre use meias de materiais que permitam a transpiração (como as de algodão ou tecidos esportivos).
  • Se o sapato ou a meia molhar, troque-os assim que possível.
  • Dica extra: Se o seu tênis molhou muito no bloco de hoje, não o repita no dia seguinte. Deixe-o secar em local arejado para evitar a proliferação de fungos e bactérias.

4. O preparo físico evita lesões graves

Maratonar bloquinhos de Carnaval exige tanto do corpo quanto uma atividade física intensa. Por isso, alongar e fortalecer previne lesões. Antes de sair de casa e no dia seguinte à festa, tire de 10 a 15 minutos para fazer alongamentos, focando especialmente na panturrilha e na planta do pé (fáscia plantar). Manter essa musculatura flexível ajuda a evitar o encurtamento muscular, tendinites e as temidas fasceítes plantares, que causam dores agudas no calcanhar.

Sentiu dor persistente? Não normalize o incômodo

É natural sentir um leve cansaço muscular após dias de festa, mas a dor aguda, o inchaço que não cede e a dificuldade para pisar são sinais de alerta. Ignorar esses sintomas ou apostar na automedicação pode transformar uma inflamação simples em uma lesão crônica.

Se após a folia surgir uma dor persistente, entre em contato com um especialista. Contar com uma clínica de ortopedia em Florianópolis de confiança, como a inCOT, garante um diagnóstico preciso e um tratamento adequado para que você recupere sua qualidade de vida rapidamente.

Cuide dos seus pés, aproveite o Carnaval com responsabilidade e, precisando, conte com a nossa equipe especializada!

janeiro 27, 2026 0 Comments

Um simples aviso pode aliviar a dor de alguém. Entenda a importância de desmarcar.

Sabemos como é: imprevistos acontecem, a rotina aperta, ou às vezes a gente simplesmente esquece. Está tudo bem, somos humanos. 💙

Mas hoje, queremos te convidar para uma reflexão rápida e importante. Quando uma consulta é agendada e o paciente não comparece sem avisar, aquele horário fica vazio. Para nós da Incot, é uma lacuna na agenda.

Mas para alguém que está em casa, sentindo dor, com a mobilidade reduzida e contando os dias para ser atendido, aquele horário vazio poderia ser o alívio que ela tanto espera. Desmarcar sua consulta quando você não puder vir não é apenas uma burocracia.

É um ato de profunda empatia. É dizer: “Eu não posso ir hoje, mas libero meu lugar para quem precisa tanto quanto eu”. Vamos juntos fortalecer essa corrente de cuidado?

Se não puder comparecer, nos avise. Um gesto simples seu pode mudar o dia de outra pessoa. 🙏 👇

Canais para desmarcar (é rapidinho!):

Telefone: (48) 3222-0901

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janeiro 27, 2026 0 Comments

A dor sempre volta? Entenda por que tratar apenas o sintoma não resolve sua dor lombar

A dor recorrente raramente é fruto do acaso. Na grande maioria dos casos que atendemos aqui em Florianópolis, ela é resultado de um conjunto de fatores que sobrecarregam sua coluna silenciosamente, dia após dia.

janeiro 16, 2026 0 Comments

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Descubra os perigos do ‘atleta de fim de semana’: lesões comuns no futebol como ruptura do tendão de Aquiles, LCA e entorses. Aprenda a prevenir com alongamento e preparo para jogar sem riscos!