Category: Dicas de Saúde

outubro 26, 2026 0 Comments

Artrose no joelho: sintomas, causas e tratamento

A artrose no joelho é o desgaste progressivo da cartilagem que protege as extremidades do fêmur, da tíbia e da patela. Ela provoca dor, rigidez e inchaço, principalmente depois dos 50 anos, e é uma das causas mais comuns de dor no joelho. Na maioria dos casos, o tratamento começa sem cirurgia e consegue controlar bem os sintomas.

Quem explica é o Dr. Bruno Paschoa, médico ortopedista e traumatologista em Florianópolis (CRM-SC 26977, RQE 17048, TEOT 15382), especialista em cirurgia do joelho e artroscopia pela Escola Paulista de Medicina (EPM/UNIFESP) e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho. Ele atende na Incot, no Centro de Florianópolis.

O que é a artrose no joelho?

O joelho é formado pelo encontro do fêmur, da tíbia e da patela. As superfícies desses ossos são revestidas por cartilagem, um tecido liso que permite o deslizamento sem atrito. Na artrose, também chamada de osteoartrite ou gonartrose, essa cartilagem se desgasta. Os ossos passam a ter mais contato, surgem os osteófitos (os chamados bicos de papagaio) e a articulação inflama.

Quais são as causas e os fatores de risco?

Segundo a Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos (AAOS), a artrose do joelho é mais frequente a partir dos 50 anos, mas também pode aparecer em pessoas mais jovens. Os principais fatores associados são:

  • Idade, pelo desgaste natural da cartilagem ao longo dos anos
  • Excesso de peso, que aumenta a carga sobre o joelho a cada passo
  • Lesões antigas, como fraturas, rupturas de menisco ou de ligamentos, que podem levar à chamada artrose pós-traumática
  • Desalinhamentos da perna, como joelhos para dentro ou para fora, que sobrecarregam um dos lados da articulação
  • Doenças inflamatórias, como a artrite reumatoide

Quais são os sintomas da artrose no joelho?

  • Dor que começa aos poucos e piora com atividades como subir escadas, agachar ou caminhar longas distâncias
  • Rigidez pela manhã ou depois de ficar muito tempo sentado
  • Inchaço no joelho
  • Estalos, rangidos ou sensação de areia dentro da articulação
  • Sensação de falseio ou fraqueza na perna
  • Nas fases avançadas, deformidade do joelho e dor mesmo em repouso

Se a dor no joelho dura semanas, piora com o tempo ou já atrapalha a rotina, vale procurar avaliação. Saiba mais sobre as causas de dor no joelho.

Como é feito o diagnóstico?

O ortopedista avalia o histórico, examina o joelho e observa a marcha, o alinhamento da perna e a amplitude de movimento. A radiografia é o exame principal e mostra a redução do espaço entre os ossos e os osteófitos. A ressonância magnética pode ser pedida quando há suspeita de lesões associadas, como as de menisco ou de cartilagem.

Qual é o tratamento para artrose no joelho?

O tratamento é definido caso a caso, de acordo com o grau de desgaste, a dor e o impacto na vida do paciente. Diretrizes internacionais, como as do NICE, do Reino Unido, recomendam que exercício orientado, informação sobre a doença e controle do peso sejam a base do tratamento.

Tratamento sem cirurgia

  • Fisioterapia e fortalecimento da musculatura da coxa, que protege o joelho
  • Atividades de baixo impacto, como bicicleta, natação e hidroginástica
  • Perda de peso, quando há sobrepeso
  • Joelheiras específicas, em casos selecionados
  • Medicamentos para dor e inflamação, sempre com orientação médica
  • Infiltrações no joelho, como corticoide ou ácido hialurônico (viscossuplementação), conforme indicação

A AAOS lembra que as infiltrações com corticoide aliviam a inflamação de forma temporária e devem ser usadas com moderação. Terapias como o PRP podem ser discutidas com o especialista como parte de um plano de tratamento.

Quando a cirurgia é indicada

Quando a dor persiste apesar do tratamento conservador, existem opções cirúrgicas. A osteotomia corrige o eixo da perna em casos de desgaste em um só lado, principalmente em pacientes mais jovens. Já a prótese de joelho, parcial ou total, substitui as superfícies desgastadas. Uma grande revisão publicada na The Lancet em 2019 mostrou que cerca de 82% das próteses totais de joelho ainda funcionavam 25 anos após a cirurgia. Entenda também como funciona a prótese de joelho robótica.

Perguntas frequentes

Artrose no joelho tem cura?

A cartilagem desgastada não se regenera, mas os sintomas podem ser controlados por muitos anos. Nos casos avançados, a prótese substitui a articulação e costuma resolver a dor.

Quem tem artrose no joelho pode fazer exercício?

Pode e deve. O exercício orientado é um dos pilares do tratamento. O ideal é preferir atividades de baixo impacto e fortalecer a musculatura com acompanhamento profissional.

Especialista em joelho em Florianópolis

Se você sente dor, inchaço ou rigidez no joelho, procure avaliação com especialista. O Dr. Bruno Paschoa atende na Incot, na Av. Mauro Ramos, 901, Centro, Florianópolis. Agende sua consulta pelo telefone (48) 3222-0901 ou conheça a equipe de ortopedistas de joelho da Incot.

Referências

outubro 26, 2026 0 Comments

Artrose no quadril em idosos: sintomas, causas e tratamento

A artrose no quadril é o desgaste progressivo da cartilagem que reveste a articulação entre o fêmur e a bacia, e ela se torna mais comum à medida que envelhecemos. Em idosos, o sinal mais típico é uma dor na virilha que piora ao caminhar e vem acompanhada de rigidez ao levantar. Com diagnóstico precoce, a maioria dos pacientes controla os sintomas sem cirurgia por um bom tempo.

Quem explica é o Dr. Rafael Flores Zavareze, ortopedista e traumatologista com especialização em Patologias do Quadril pelo INTO/RJ (CRM-SC 17180, RQE 9212), sócio da Incot, clínica de ortopedia no Centro de Florianópolis.

O que é a artrose no quadril?

O quadril é uma articulação do tipo bola e soquete: a cabeça do fêmur se encaixa no acetábulo, uma cavidade da bacia. As duas superfícies são cobertas por cartilagem, um tecido liso que permite o movimento sem atrito. Na artrose, também chamada de osteoartrose ou coxartrose, essa cartilagem vai se desgastando. O espaço entre os ossos diminui, surgem os bicos de papagaio (osteófitos) e o movimento passa a gerar dor e inflamação.

Uma revisão sistemática publicada na revista Arthritis Research & Therapy estimou que cerca de 8,5% da população analisada apresenta sinais radiográficos de artrose no quadril, e que a frequência cresce de forma consistente com a idade.

Por que a artrose no quadril é mais comum em idosos?

A idade é o principal fator de risco, segundo a Academia Americana de Cirurgiões Ortopédicos (AAOS). Com o passar dos anos, a cartilagem perde parte da capacidade de se renovar e de absorver impacto. Mas a idade raramente age sozinha. Outros fatores que aumentam a chance de desenvolver a doença são:

  • Excesso de peso, que aumenta a carga sobre a articulação a cada passo
  • Histórico familiar de artrose
  • Lesões ou fraturas anteriores no quadril
  • Alterações na formação do quadril desde o nascimento, como a displasia do desenvolvimento do quadril

Por isso, envelhecer não significa necessariamente ter artrose. Muitas pessoas chegam aos 70 ou 80 anos com o quadril preservado, enquanto outras começam a sentir sintomas antes dos 60.

Quais são os sintomas da artrose no quadril?

A dor costuma começar aos poucos e se intensificar com o tempo. Os sinais mais frequentes são:

  • Dor na virilha ou na parte da frente da coxa, que pode irradiar para a nádega ou até para o joelho
  • Rigidez pela manhã ou depois de ficar muito tempo sentado
  • Dificuldade para calçar meias e sapatos, cortar as unhas dos pés ou entrar no carro
  • Mancar ao caminhar
  • Sensação de travamento ou estalos na articulação
  • Nas fases avançadas, dor em repouso e durante a noite

Um ponto importante: dor no joelho em idosos às vezes tem origem no quadril. Por isso a avaliação com o especialista faz diferença no diagnóstico.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico começa pela conversa e pelo exame físico, em que o ortopedista avalia a amplitude de movimento, a marcha e os pontos de dor. A radiografia simples é o principal exame de imagem e costuma mostrar a redução do espaço articular e os osteófitos. Em alguns casos, ressonância magnética ou tomografia ajudam a investigar outras causas de dor, como a necrose da cabeça do fêmur.

Qual é o tratamento para artrose no quadril em idosos?

O tratamento é individual e leva em conta a intensidade da dor, o grau de desgaste e o quanto a doença limita a rotina. Diretrizes internacionais, como as do NICE, do Reino Unido, colocam o exercício orientado, a educação do paciente e o controle do peso como base do tratamento, antes de qualquer indicação cirúrgica.

Tratamento sem cirurgia

  • Fisioterapia e exercícios de fortalecimento para a musculatura do quadril e da coxa
  • Atividades de baixo impacto, como natação, hidroginástica e bicicleta
  • Perda de peso, quando há sobrepeso
  • Adaptações na rotina, como evitar escadas em excesso e usar bengala do lado oposto ao quadril dolorido
  • Medicamentos para dor e inflamação, sempre com prescrição médica
  • Infiltrações na articulação, em casos selecionados

Quando a cirurgia entra em cena

Quando a dor persiste mesmo com o tratamento conservador e passa a comprometer a independência e a qualidade de vida, a prótese de quadril (artroplastia) é a opção mais indicada. Entenda os critérios no artigo artroplastia do quadril: quando é necessária.

Perguntas frequentes

Artrose no quadril tem cura?

O desgaste da cartilagem não se reverte, mas os sintomas podem ser bem controlados. Nos casos avançados, a prótese substitui a articulação desgastada e costuma eliminar a dor.

Caminhar faz bem para quem tem artrose no quadril?

Sim, desde que no ritmo certo. Caminhadas leves e exercícios orientados ajudam a manter a força e a mobilidade. Atividades de alto impacto, como corrida, podem piorar os sintomas.

Qual médico trata artrose no quadril?

O ortopedista, de preferência com especialização em quadril, é o profissional indicado para diagnosticar e conduzir o tratamento, inclusive o cirúrgico.

Avaliação com especialista em quadril em Florianópolis

Se você sente dor na virilha, rigidez ao levantar ou dificuldade para tarefas simples do dia a dia, procure avaliação. Na Incot, o Dr. Rafael Flores Zavareze atende pacientes com doenças do quadril na Av. Mauro Ramos, 901, Centro, Florianópolis. Agende sua consulta pelo telefone (48) 3222-0901 ou conheça a equipe de ortopedistas de quadril da Incot.

Referências

fevereiro 16, 2026 0 Comments

Está sofrendo com dor nos Ombros e diminuição nos movimentos?

A elevação do braço exige espaço dentro da articulação do ombro. Quando esse espaço diminui por inflamação ou alterações ósseas, o tendão passa a sofrer impacto repetido.

Aqui na Incot, trabalhamos para restaurar esse espaço, reduzir o atrito e evitar a progressão para lesões maiores.

Assita o vídeo agora:

O objetivo é claro: recuperar movimento, aliviar a dor e proteger a articulação no longo prazo. Informe-se.

Incot Florianópolis
(48) 3222-0901

fevereiro 15, 2026 0 Comments

Carnaval Sem Dor: Como Preparar e Proteger Seus Pés para a Folia

O Carnaval chegou e, com ele, a maratona de bloquinhos e festas. Em cidades com programação intensa como Florianópolis, não é incomum passar horas em pé, pulando e caminhando longas distâncias. O que muitos esquecem é que o cuidado com o corpo começa pelos pés.

A sobrecarga nas articulações, o uso de calçados inadequados e a falta de preparo físico são as principais causas de visitas à nossa clínica de ortopedia em Florianópolis logo após a quarta-feira de cinzas.

Para que você aproveite o Carnaval com segurança e saúde, preparamos um guia completo com dicas fundamentais de prevenção.

1. A Regra de Ouro: Nada de curtir descalço

Pode parecer tentador tirar o sapato no meio da festa ou na praia, mas no meio da multidão, o risco de acidentes aumenta drasticamente. Curtir descalço expõe seus pés a cortes com cacos de vidro, pisões, torções e infecções graves. A proteção física do pé é a barreira essencial para garantir que a festa não acabe mais cedo na emergência.

2. Escolha o calçado com foco no amortecimento

A escolha do que calçar é, sem dúvida, o fator que mais impacta a saúde ortopédica durante o Carnaval.

  • O que evitar: Rasteirinhas, sapatênis, chinelos e calçados com solado muito fino ou plano. Eles não oferecem suporte ao arco do pé e transferem todo o impacto diretamente para as articulações do tornozelo, joelho e quadril.
  • O que usar: Prefira sempre os tênis com bom amortecimento. Modelos de corrida, que possuem um solado mais grosso, são excelentes opções. Além de absorverem o impacto dos saltos e da caminhada, eles criam uma distância segura entre a planta do pé e os perigos do chão (como detritos e vidros).

3. Controle a umidade: Atenção às meias

O suor e a chuva (ou a água jogada nos blocos) são inimigos da pele dos seus pés. A equação é simples: Pés úmidos + atrito contínuo = bolhas e infecções fúngicas.

  • Sempre use meias de materiais que permitam a transpiração (como as de algodão ou tecidos esportivos).
  • Se o sapato ou a meia molhar, troque-os assim que possível.
  • Dica extra: Se o seu tênis molhou muito no bloco de hoje, não o repita no dia seguinte. Deixe-o secar em local arejado para evitar a proliferação de fungos e bactérias.

4. O preparo físico evita lesões graves

Maratonar bloquinhos de Carnaval exige tanto do corpo quanto uma atividade física intensa. Por isso, alongar e fortalecer previne lesões. Antes de sair de casa e no dia seguinte à festa, tire de 10 a 15 minutos para fazer alongamentos, focando especialmente na panturrilha e na planta do pé (fáscia plantar). Manter essa musculatura flexível ajuda a evitar o encurtamento muscular, tendinites e as temidas fasceítes plantares, que causam dores agudas no calcanhar.

Sentiu dor persistente? Não normalize o incômodo

É natural sentir um leve cansaço muscular após dias de festa, mas a dor aguda, o inchaço que não cede e a dificuldade para pisar são sinais de alerta. Ignorar esses sintomas ou apostar na automedicação pode transformar uma inflamação simples em uma lesão crônica.

Se após a folia surgir uma dor persistente, entre em contato com um especialista. Contar com uma clínica de ortopedia em Florianópolis de confiança, como a inCOT, garante um diagnóstico preciso e um tratamento adequado para que você recupere sua qualidade de vida rapidamente.

Cuide dos seus pés, aproveite o Carnaval com responsabilidade e, precisando, conte com a nossa equipe especializada!

janeiro 27, 2026 0 Comments

A dor sempre volta? Entenda por que tratar apenas o sintoma não resolve sua dor lombar

A dor recorrente raramente é fruto do acaso. Na grande maioria dos casos que atendemos aqui em Florianópolis, ela é resultado de um conjunto de fatores que sobrecarregam sua coluna silenciosamente, dia após dia.

janeiro 16, 2026 0 Comments

O perigo do “Atleta de Fim de Semana”

Descubra os perigos do ‘atleta de fim de semana’: lesões comuns no futebol como ruptura do tendão de Aquiles, LCA e entorses. Aprenda a prevenir com alongamento e preparo para jogar sem riscos!

setembro 3, 2025 0 Comments

Setembro Amarelo Incot: mês de conscientização sobre a saúde mental e prevenção ao suicídio

O Setembro Amarelo é a maior campanha brasileira de conscientização sobre saúde mental e prevenção ao suicídio. Criada em 2015 pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM), a iniciativa busca chamar a atenção da sociedade para a importância do diálogo e do cuidado emocional.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 40 segundos uma pessoa tira a própria vida no mundo. No Brasil, milhares de famílias são impactadas todos os anos, reforçando a urgência de quebrar tabus e falar abertamente sobre o tema.


Qual o objetivo do Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo tem como propósito principal promover a prevenção ao suicídio por meio da informação. Quanto mais pessoas compreenderem os sinais de alerta e souberem onde buscar ajuda, maiores são as chances de salvar vidas.

Além de campanhas educativas, escolas, empresas e instituições públicas desenvolvem ações especiais durante o mês, como palestras, rodas de conversa e iluminação de prédios na cor amarela, símbolo da causa.


Como identificar sinais de alerta?

Alguns comportamentos podem indicar que alguém está passando por sofrimento emocional:

  • Isolamento social repentino
  • Mudanças bruscas de humor
  • Falta de interesse por atividades antes prazerosas
  • Comentários sobre a morte ou sensação de inutilidade
  • Alterações no sono e na alimentação

Reconhecer esses sinais é o primeiro passo para oferecer apoio e incentivar a busca por ajuda profissional.


Onde buscar ajuda no Setembro Amarelo?

No Brasil, o CVV (Centro de Valorização da Vida) realiza um trabalho essencial na prevenção ao suicídio. O atendimento é gratuito, sigiloso e disponível 24 horas por dia pelo telefone 188 ou pelo site cvv.org.br.

Também é importante procurar acompanhamento com psicólogos, psiquiatras e outros profissionais de saúde mental, que podem oferecer suporte adequado para cada situação.


O papel de todos na prevenção

O Setembro Amarelo nos lembra que cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar da saúde física. Conversar, ouvir sem julgamentos e oferecer apoio podem fazer toda a diferença na vida de alguém.

Falar sobre o suicídio com responsabilidade não incentiva o ato — pelo contrário, ajuda a prevenir. O silêncio, sim, pode ser perigoso.


O Setembro Amarelo 2025 reforça que a vida sempre vale a pena. A conscientização, o diálogo aberto e o acesso a apoio psicológico são ferramentas poderosas para transformar realidades.

Se você ou alguém próximo está passando por momentos difíceis, não hesite em buscar ajuda. A prevenção começa com uma conversa.

agosto 5, 2019 0 Comments

Dez Razões para Cuidar da Sua Saúde

Cuidar da saúde é uma prática essencial para garantir qualidade de vida e bem-estar. Pequenas mudanças no estilo de vida podem ter um impacto profundo no seu futuro. Confira abaixo dez razões pelas quais você deve priorizar sua saúde física e mental.